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Ducati Diavel 1260 S evolui e motor mais versátil é destaque

A Ducati Diavel ganhou o mundo em 2011 e trouxe um estilo diferente, que unia elementos de motos naked/streetfighter, esportivas e cruisers combinados a um potente motor de 1.198,4 cm³, que chegava a 162 cv de potência máxima a 9.500 giros e entregava torque máximo de exatos 13 kgf.m a 8 mil giros. 

O modelo já contava com certa dose de eletrônica, incluindo os três modos de pilotagem, modos de potência, controle de tração e freios ABS. Mas o tempo age de forma implacável e é inevitável que, depois de certo tempo, um projeto envelheça e uma atualização se faça necessária. 

É aqui que entra a Diavel 1260 S, a nova geração da power cruiser da fabricante de Borgo Panigale. Apresentada no fim do ano passado na Europa, a nova Diavel chega ao Brasil na versão S, a mais completa. Em se tratando de Ducati, o motociclista pode esperar equipamentos de primeira linha, como o conjunto de suspensão da Öhlins, ajustável. 

Convidado pela Ducati do Brasil, o MOTO.com.br pilotou a Diavel 1260 S em uma manhã ensolarada e o leitor pode acompanhar a seguir as primeiras impressões sobre a novidade da fabricante italiana. 


Foto: Mario Villaescusa/Ducati

Evolução além dos números 

Quem olha apenas para a ficha técnica pode pensar que não houve evolução com o aumento de cilindrada, já que a potência máxima do Testastretta de 1.262 cm³ segue nos 162 cv a 9.500 giros e o torque máximo se mantendo praticamente o mesmo, mas chegando um pouco mais cedo: 13,1 kgf.m a 7.500 rotações por minuto. 

Ao pilotar a Diavel 1260 S, porém, nota-se a evolução do propulsor com a chegada do DVT (Desmodromic Variable Timing), o comando de válvula variável da Ducati. A adoção do comando faz toda a diferença na entrega de força, que é mais suave e chega mais cedo. 

Na apresentação da moto, a Ducati destacou o quanto a Diavel 1260 S ganhou em baixa e médias rotações e que a curva de torque está mais linear. Na prática, o motociclista tem em mãos uma moto mais versátil, que permite tanto rodar de forma suave, trocando marcha cedo e mantendo as rotações baixas, quanto rodar de forma agressiva. 

Não há buracos e o motor responde prontamente assim que o acelerador é acionado. Na rodovia, por exemplo, foi possível rodar em sexta marcha praticamente o tempo todo, controlando a velocidade apenas na mão direita. Na cidade, é possível rodar em quarta marcha a 50 km/h de forma tranquila – a 65 km/h a quinta marcha já pode ser utilizada sem solavancos. 

Outro ponto bastante positivo é o quickshifter bidirecional EVO adotado na nova geração da power cruiser, que está mais preciso especialmente nas reduções – basta pressionar levemente o pedal para reduzir marchas com suavidade.  

Para aumento de marchas, o sistema segue trazendo uma empolgação digna das motos esportivas da fabricante – é necessário boa dose de prudência e responsabilidade para não ultrapassar a velocidade máxima permitida nas ruas e estradas brasileiras. 


Foto: Mario Villaescusa/Ducati

Ciclística melhorada facilita pilotagem 

Não foi somente o design que mudou na Diavel 1260 S. O chassi, composto por quadro de treliça e quadro traseiro fundido, junta-se à nova balança traseira monobraço e à nova suspensão com mais curso na traseira – o conjunto, só para lembrar o leitor, é ajustável. 

O resultado é um conjunto equilibrado, firme e mais confortável. Para o conforto também contribuem as pedaleiras centralizadas e o guidão alto. O assento fica a 780 mm do solo, o que permite a um piloto com a estatura média no Brasil (1,70m) colocar os pés no chão sem dificuldade.  

Infelizmente o trajeto do test ride não incluiu trechos sinuosos para que a agilidade e a capacidade de contornar curvas da Diavel 1260 S fosse colocada à prova, mas a moto se mostrou estável em alta velocidade e respondeu bem aos comandos de mudança de direção, sempre na mão do piloto. Ficou um gosto de ‘quero mais’ e a sensação de que a moto vai bem nas curvas, mesmo com os 218 quilos de peso seco. 


Foto: Mario Villaescusa/Ducati

Eletrônica refinada, mas comandos poderiam ser mais intuitivos 

A Diavel 1260 S ganha uma unidade inercial (IMU) de seis eixos. Com isso, a eletrônica foi refinada e o ABS, por exemplo, atua mesmo com a moto inclinada. Controle de tração e antiwheelie possuem oito níveis de ajuste e a moto conta até com controle de largada. 

Acessar os comandos, porém, não é tão intuitivo para os marinheiros de primeira viagem em uma  Ducati. Efetuar qualquer mudança entre os modos de pilotagem ou os detalhes de cada modo requer atenção e conhecimento dos caminhos para isso, algo que vem com o tempo. 

Para facilitar a vida do motociclista, a Diavel 1260 S é compatível com o aplicativo da fabricante, o Ducati Link App. Através dele, o motociclista pode configurar a motocicleta pelo smartphone antes mesmo de subir nela. 

Com tempo firme e agenda limitada, não foi possível testar a fundo os modos de pilotagem e as múltiplas possibilidades de ajuste de potência, freio-motor, controle de tração e antiwheelie, entre outros. Pelo que tem no papel, porém, fica claro o quanto a eletrônica evoluiu na a evolução na Diavel 1260 S, especialmente com a introdução da IMU de seis eixos. 


Foto: Mario Villaescusa/Ducati

Conclusão 

A Ducati Diavel 1260 S pode parecer uma moto agressiva – o novo visual contribui muito para tal impressão – mas a fabricante fez um bom trabalho para tornar a moto mais acessível do ponto de vista da pilotagem. 

E aqui os méritos vão para a ciclística e, principalmente, para o motor. A Ducati fez modificações que trouxeram melhorias na faixa que mais importa para os usuários comuns, que é a que abrange os regimes de baixa e média rotações. 

Evidentemente, os R$ 94.900 não permitem que a Diavel 1260 S seja uma moto acessível em termos econômicos, mas em termos de pilotagem a moto está mais versátil e proporciona uma experiência prazerosa a uma gama maior de motociclistas, mesmo aqueles que não possuem tanta rodagem com motos de maior cilindrada. 

Ficha técnica Ducati Diavel 1260 S 

Motor: Testastretta DVT 

Cilindrada: 1.262 cm³ 

Potência: 162 cv a 9.500 rpm 

Torque: 13,1 kgf.m a 7.500 rpm 

Transmissão: 6 velocidades, com quickshifter bidirecional 

Distância entre Eixos: 1.600 mm 

Suspensão dianteira: garfo invertido Öhlins ajustável, com curso de 120 mm 

Suspensão traseira: monobraço com amortecedor Öhlins ajustável, com curso de 130 mm 

Freio dianteiro: discos de 320 mm com pinças Brembo M50 

Freio traseiro: disco de 265 mm com pinça Brembo 

Pneu Dianteiro: 120/70 ZR 17 

Pneu Traseiro: 240/45 ZR 17 

Capacidade do tanque: 17 litros 

Peso seco: 218 kg 

Peso em ordem de marcha: 244 kg 

Preço sugerido: R$ 94.900 

Fonte:
Equipe MOTO.com.br

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