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Produção de motos deve recuar 15% em 2020

A produção de motos deve recuar 15,4% em 2020 na comparação com os números obtidos no ano passado, segundo as novas previsões da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, a Abraciclo.

A entidade revisou suas estimativas de produção de motocicletas para este ano em virtude da mudança de cenário imposta pela pandemia da covid-19. Segundo o relatório, devem ser fabricadas 937 mil motocicletas em 2020, volume que representa uma queda de 15,4% em relação as 1.107.758 unidades produzidas em todo o ano de 2019.

Linha de montagem da Harley-Davidson (Arquivo)

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Em outubro foram fabricadas no Polo Industrial de Manaus 90.880 motocicletas, volume que representa uma queda de 13,5% em relação a setembro, que teve mais de 105 mil unidades produzidas, e de 16,7% sobre as 109.118 motocicletas registradas no mesmo mês do ano passado. Já a produção de motos acumulada entre janeiro e outubro totaliza 784.421 motocicletas, retração de 17% na comparação com o mesmo período de 2019 (945.568 unidades), informa o documento.

Fábrica da Honda em Manaus (Arquivo)

Segundo o presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian, o setor ainda enfrenta desequilíbrio entre produção e demanda, uma vez que mais pessoas adotaram a motocicleta como principal meio de transporte e como instrumento de trabalho, além dos cotistas contemplados nos consórcios.

“Essa alta na demanda ainda não está plenamente suportada
pelas unidades fabris. As plantas foram impactadas diretamente pelas diversas
adaptações necessárias para atender às medidas sanitárias recomendadas pelos
órgãos de saúde, como as mudanças no layout das áreas produtivas, bem como as
demais necessidades estabelecidas pelos protocolos de preservação da saúde dos
funcionários. O maior distanciamento entre os postos de trabalho, por exemplo,
gera aumento no tempo de produção das motocicletas”, explica o presidente da
Abraciclo. “Enquanto houver riscos de disseminação do coronavírus, no entanto,
essa estrutura precisará ser mantida, pois a prioridade no setor é assegurar a
saúde do colaborador”, completa Fermanian.

Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo (Divulgação)

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O executivo comenta que, apesar de algumas fabricantes relatarem pequenos problemas no abastecimento de insumos, até o momento isso não impactou nas linhas de produção. “Todas as associadas estão mantendo o seu atual nível de fabricação”, finaliza.

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