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Emplacamento de motos novas apresenta queda de 13,14% em janeiro


Foto: Harley-Davidson do Brasil

2021 começou com novo aumento dos casos de covid-19 no Brasil e as consequências da expansão da pandemia já geram impactos significativos no mercado de motocicletas zero quilômetro. 

Segundo os números divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, a Fenabrave, foram emplacadas 85.839 motos em janeiro, queda de 13,14% em relação a dezembro de 2020, quando o total de unidades emplacadas chegou a 98.829. 

Quando a comparação é com janeiro de 2020, quando ainda não havia nenhum caso de covid-19 no Brasil, a queda é menor: 6,38% – no primeiro mês do ano passado, foram emplacadas 91.691 motocicletas. 

A nova paralisação nas fábricas em Manaus – a capital do Amazonas vive um colapso no sistema de saúde devido ao aumento exponencial de casos de covid-19 – foi uma das causas citadas por Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, para a queda nos emplacamentos de motos novas. 

A falta de peças e componentes, mais uma consequência da continuidade da pandemia no Brasil, também é citada pelo dirigente. Sem peças, os serviços de assistência técnica ficam comprometidos. 

“O mês de janeiro foi impactado pela paralisação da produção das unidades fabris, localizadas em Manaus (AM), por cerca de 10 dias, além do problema gerado pela falta de peças e componentes, que já se estende pelos últimos meses, causando um desabastecimento de oferta, também para este segmento”, disse Assumpção Júnior. 

“O estoque de motos, nas concessionárias, tem estado extremamente baixo e, para alguns modelos, a espera chega a até 60 dias. A demanda segue aquecida, fomentada pela consolidação da motocicleta como veículo de transporte pessoal e de carga, dado o incremento das vendas do e-commerce, além da boa oferta de crédito pelas instituições financeiras, que estão aprovando 45% das propostas apresentadas”, completou o dirigente.

Fonte:
Equipe MOTO.com.br

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