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  /  fique ligado!   /  A volta para casa, mas descobrindo novos caminhos – Estrada Real

A volta para casa, mas descobrindo novos caminhos – Estrada Real

O tempo chuvoso atrapalhou o plano inicial, mas nossa viagem composta por planos alterados não pode parar. Então, resolvemos voltar para casa visitando um amigo e conhecendo novos lugares.

Quer saber como foi os primeiros dias de viagem? Confira o diário de viagens, clicando aqui.

DIA 4:

Durante um café da manhã simples e caseiro, acertamos nosso roteiro do dia: Prados, Bichinho, Tiradentes (rever um amigo), São João Del Rei (passagem apenas) e Carrancas.

Saímos por asfalto até Prados e lá, entramos na Estrada Real novamente.

As estradas estavam bem tranquilas em termos de dificuldades e, graças as chuvas, sem poeira e compactadas. O movimento também estava baixo, tudo perfeito!

Passamos por Bichinho e fizemos a foto tradicional, deixando-a bem exclusiva: Nunca vi uma foto nas “casas tortas” de Bichinho com duas Africas Twins e um X-ADV na frente. Tá registrado!

 
Arquivo pessoal: Casa Torta 

Chegamos a Tiradentes e resolvemos tomar um Açaí enquanto aguardávamos o famoso Guto, um velho amigo, aparecer!

Sempre uma boa companhia, conversamos rápido, resistimos aos vários convites para ficar, mas seguimos nosso caminho, pois tínhamos uma balsa para pegar ainda e tentar chegar a Carrancas!

Saindo de São João Del Rei me distraí e peguei o sentido errado. Corrigido, seguimos e, mais uma vez, errei o caminho…estava perdendo o foco e atenção, mas me encontrei novamente e entramos na terra sentido Caquende, onde iríamos pegar a balsa para Capela do Saco e seguir para Carrancas.

 
Arquivo pessoal: Tiradentes – Minas Gerais

Estava meio ressabiado e pedi informações a carros que cruzamos para saber se a balsa estava funcionando, mas ninguém garantia nada, nem que sim, nem que não.

O jeito foi chegar até lá e comprovarmos que…não havia balsa!

 
Arquivo pessoal: não tinha balsa, mas o lugar era lindo para tirar umas fotos

Tristes? Jamais! Analisamos as condições, horas, compromissos e resolvemos encerrar a “degustação” da Estrada Real e seguirmos direto para Lavras para pernoitar e, no dia seguinte, seguirmos cada um para seu destino. 

  
Arquivo pessoal: A turma da viagem cheia de mudanças e bom humor – Trinity, Tati Paze e Zé Ricardo

Zé para Santos, Tati para Sampa e eu, Mogi Guaçu, pois ainda tinha compromissos profissionais no final de semana.

Fazia muito tempo que não passava por Lavras, que cidade grande!

Demos muitas voltas e, meio que desnorteados e rindo, recebemos ajuda voluntária para encontrar nosso hotel!

A simpatia mineira é incrível! “Ó Minas Gerais, quem te conhece não esquece jamais”!

Hospedados, transformamos a pousada num cortiço! Roupas penduradas para todos os lados, botas para fora dos quartos, enfim, dominamos geral!

Saímos para jantar e encontramos um restaurante que servia um rodízio de comida Árabe. Veja bem, RO-DÍ-ZIO!

Pois bem, comemos e resolvemos pedir uns repetecos…nã nã ni na não! “não pode repetir” disse o garçom. “Mas é rodízio” comentei. Enfim, lá é diferente.

Voltamos para o Hotel para nosso merecido sono!

DIA 5:

Mais um café da manhã sem pressa, motos carregadas e seguimos para estrada.

Nesse dia, o Zé e a Tati seguiriam juntos para São Paulo e o Zé, depois para Santos. Eu seguiria sentido Mogi Guaçu, mas em busca de caminhos de terra!

Dei uma estudada no mapa e bolei um roteiro desconhecido…

Saímos para Rodovia Fernão Dias e poucos quilômetros a frente, peguei a saída para Nepomuceno e eles seguiram para São Paulo.

Esse interior de Minas é cheio de estradas de terra, e segui de Nepomuceno a Varginha por uma dessas estradinhas deserta, foi muito agradável percorrer os 50km em uma velocidade média de 38km/h. Essa é minha curtição! Parar, fotografar e seguir o caminho, no seu ritmo…ótimo!


Arquivo pessoal: Novos caminhos e fotos

Varginha, Paraguaçu, Machado e Campestre foi o meu roteiro de asfalto, mas em Campestre fui me informar e achei um caminho de Off Road para seguir, mas o tempo estava se armando. Mesmo assim, resolvi arriscar o caminho de terra.

 
Arquivo pessoal: Estradinhas pelo interior de Minas

O destino era São Pedro de Caldas e depois Santa Rita de Caldas.

Pois bem, antes de pegar a terra, caiu um pancadão de chuva que escapei abrigado em uma padaria, foi rápido, mas intenso.

Quando entrei na estrada de terra, logo me deparei com uma descida muito longa, íngreme e muito lisa!

A moto escorregava muito. Desci com todo cuidado e quando acabou, melhorou, ficou tranquila.

Sempre que encontrava alguém buscava ajuda, mas nenhuma informação batia! Uns diziam não saber o caminho, outros que era para o outro lado e até quem não conhecia a cidade. Rodei mais uns 20km e a cidade apareceu, como cheguei? Sei lá, resolvi seguir um pouco dos meus instintos e deu certo! Super certo!

Que estradinha legal, que paisagens!! Um sobe/desce constante, recheado de belas paisagens, acertei em cheio!

Cheguei em São Pedro de Caldas e aproveitei para registrar a última igreja do rolê, pois quando vi, já estava saindo do simpático distrito que teve seu início no século XVIII e, para minha surpresa, por via asfaltada! E para minha segunda surpresa, uma estrada maravilhosa! Não sei se eu estava com um astral muito bom ou se realmente foi o que vi! Uma estrada de cinema!! Vale a visita só para percorrer esse trecho!


Arquivo pessoal: Aquela pausa na viagem para apreciar a viagem

Essa estrada sai entre Caldas e Santa Rita de Caldas e, agora por asfalto, era a reta final para mim, resolvi avançar um pouco noite a dentro para dormir em casa! Passei por Íbitiura de Minas, Andradas, Espírito Santo do Pinhal e por fim, Mogi Guaçu – minha casa.

A Tati e o Zé já estavam em casa também e era hora de relembrar do que vivenciamos esses dias e curtir, foi incrível!!

Conclusão sobre as motos

 
Arquivo pessoal: 2 Africa Twin e Honda X-ADV 750 na Estrada Real

As Áfricas são sensacionais para esse tipo de viagem, principalmente para a parte do Off Road. Esguia e com uma ciclística bem parecida com as CRFs menores, tem um DNA para o fora de estrada marcante e bem nítido.

A surpresa ficou para o Max Scooter X-ADV 750.

Já havia feito o teste dele em situações mais exigentes e deixei-o nas mãos da Tati e do Zé Ricardo para que se surpreendessem como havia acontecido comigo. E não foi diferente…

Ficaram impressionado com a desenvoltura do “brinquedão” e sua versatilidade.

Enfrentou tudo o que as Áfricas enfrentaram e com tranquilidade!

Na terra, a opção de desligar o controle de tração foi decisivo para passar alguns trechos mais enlameados por exemplo e, na estrada, o conforto e sua ciclística fizeram com que as distâncias, mesmo que tortuosas, fossem vencidas prazerosamente, só elogios!

Além de acompanhar o ritmo das 1000cc numa boa.

Bom, para nós que curtimos esses veículos! E nada melhor o que uma viagem para aproveitar as oportunidades, principalmente quando o a vida está bem diferentona!

Fica aqui a dica de roteiro, a Estrada Real é incrível, seja qual for o trecho que for fazer!

Você tem vontade de dicas sobre a Estrada Real? Conta para gente!

Fonte:
Equipe MOTO.com.br

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